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Música para festa de casamento: Principais dúvidas – Parte 2

Há alguns dias, nós compartilhamos com vocês várias dicas para ajudá-las na escolha da playlist da cerimônia do casamento. É um dos momentos mais especiais e que merecem todo o cuidado na hora de definir as músicas do grande dia. Cada casal de noivos traz consigo uma história única. A maneira que se conheceram, as viagens que já fizeram juntos e os anos de relacionamento, certamente, foram inesquecíveis. E, como toda boa história de amor, a trilha sonora não pode faltar. Quando pensamos na festa de casamento, diferente da cerimônia, o ideal é que o repertório seja o mais eclético possível. Isso não significa que os noivos devem necessariamente escolher algo que não lhes agradem. A dica é: quanto maior a variedade dos estilos musicais, maior será a chance de conquistar seus convidados.

“Para a festa, eu sempre aconselho pensar, além do gosto musical do casal, no seu círculo de amigos e convidados porque eu acho importante ter um equilíbrio para que todos sintam-se acolhidos e possam curtir a festa. Casais que costumam gostar de um estilo de música bem específico (sertanejo, rockabilly ou bossa nova) merecem ter um momento da festa dedicado a este estilo. Uma sugestão seria um set de música combinado com o DJ, uma dupla sertaneja para um pocket-show, um show da banda que tocava no lugar onde os noivos se conheceram… São pequenos elementos que podem entrar na festa e deixá-la com a cara do casal”, explica a cantora Lorenza Pozza, referência no tema música para cerimônias de casamento.

Lorenza Pozza durante o coquetel de recepção num casamento (Foto: Anna e Erick)
Lorenza Pozza durante o coquetel de recepção num casamento (Foto: Anna e Erick)

“Porém, sempre acho bem importante ter um momento para músicas gostosas de se ouvir, levando em conta os convidados e o que eles também podem curtir, principalmente para o momento da pista de dança”, finaliza a cantora. Além do estilo musical, é comum que os noivos fiquem em dúvida entre contratar uma banda, um trio acústico ou um DJ para animar a festa. O gosto pessoal e o estilo da recepção serão fundamentais para definir qual dos formatos se encaixaria melhor. Um casamento em que o jantar é servido à francesa pede um receptivo mais formal e elegante. Nesses casos, o ideal é que a música esteja adequada: um grupo de jazz ou um trio acústico seria perfeito. O mesmo vale para os noivos que não fazem questão de uma balada na festa, mas apenas de uma confraternização mais tranquila e intimista com os melhores amigos e familiares.

Mesmo que a cerimônia e a festa sejam realizados no mesmo local, não há necessidade de manter o mesmo formato musical para ambos. São momentos distintos e que podem, tranquilamente, seguir uma proposta diferente. “O que acho bem interessante é ter uma música de transição. Durante o coquetel, uma banda de jazz ou chorinho no período entre o receptivo e acomodação dos convidados. Nessa hora, uma música ao vivo fica muito acolhedor”, explica a assessora e cerimonialista Valdice Abreu, da Val Amélia Assessoria de Eventos. O orçamento do casal também influencia nessas escolhas, já que contratar diversos estilos musicais para diferentes momentos pode sair dos limites estabelecidos. Nessas horas, o trabalho da assessoria é fundamental para estabelecer as prioridades nas escolhas.

SOS Sensacional Orchestra Sonora
SOS Sensacional Orchestra Sonora

Os noivos sempre têm algo que os deixa encantados. Alguns são apaixonados por coral e orquestra e não abrem mão desse detalhe na cerimônia. Enquanto outros fazem questão de uma atração especial para fechar a pista de dança, como a apresentação de uma escola de samba, por exemplo. Os gostos pessoais são importantes para criar uma lista de preferências, já que quanto mais personalizada for a festa, mais os convidados ficarão encantados. “A festa deve ser pensada e organizada para ser boa e intensa para assim durar mais. E não, em primeiro lugar, pensada para durar muito. A segunda opção pode até dar certo, mas minha experiência me mostra que o risco é muito maior”, explica Eduardo Peixe Faiguenboim, da SOS Sensacional Orchestra Sonora, uma das referências quando o tema é festa de casamento.

“Para mim, o erro mais comum cometido pelos noivos ao contratar uma atração musical é achar que “quanto mais tempo essa atração tocar, melhor”. Cada atração tem uma história para contar através da música e, assim como qualquer história, ela tem uma duração ideal. Cada atração tem uma duração ideal que varia de uma para outra (uma banda de baile pode tocar por muito mais tempo do que uma escola de samba, por exemplo). É muito comum que as próprias atrações passem do tempo ideal e aí, o que acontece é que passa a ser cansativa para a festa. Ao invés de ser uma coisa boa, passa a ser uma coisa ruim”, comenta Eduardo, da SOS. “Outro erro que os noivos muitas vezes cometem é guardar uma determinada atração para o final para fazer com que a festa dure até lá. Isso faz com que a festa não esteja mais na ascendente para recebê-la e, portanto, não possa aproveitá-la 100%”.

Festa de casamento da Nidiane e Carlos, em Jaboticabal (Foto: Evandro Lorenceti)
Festa de casamento da Nidiane e Carlos, em Jaboticabal (Foto: Evandro Lorenceti)

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