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Sobrenome do marido: devo adotar?

Incorporar o sobrenome do marido após o casamento é algo que tem perdido força nos últimos anos. Seja por questões feministas, que enxergam a prática como submissão ao homem, por questões burocráticas, de realizar a troca de grande parte dos documentos (que exige tempo, paciência e dinheiro) ou até mesmo pela vida profissional da mulher, muitas vezes com a carreira já consolidada no mercado com seu nome original.

Curiosamente, o que se tem visto é um aumento significativo de homens que decidem alterar a documentação e utilizar o sobrenome da esposa, prática permitida por lei após uma alteração no Código Civil de 2002. Apenas em 2015, no estado de São Paulo, 20% dos homens adotaram o sobrenome da família da noiva. “Muitos casais decidem unir os sobrenomes da mulher e do marido e ambos alteram os nomes originais. É uma tendência”, explica Elza Costa, fundadora do site casamentocivil.com.br.

Getty Images

Os tempos mudaram, as mulheres conquistaram a tão sonhada independência e, aos poucos, têm alcançado posições de prestígio e poder no mercado de trabalho. Claro que nenhum casal que está prestes a assumir o compromisso do matrimônio pensa na separação, mas é um ponto de atenção que não deve ser ignorado: caso o casamento não dê certo, a mudança de sobrenomes exigirá um novo esforço e todos os documentos precisarão ser alterados, além do prejuízo do ponto de vista profissional com a mudança de nomes. É importante frisar que a lei também permite, mediante justificativa, que a mulher permaneça com o sobrenome do ex-marido – apesar de não fazer muito sentido.

Elza explica que é importante decidir a questão dos nomes antes de preencher os documentos e ir para o cartório. Caso o casal mude de ideia, é possível fazer a alteração dos nomes até mesmo durante a cerimônia do casamento civil. Depois disso, a mudança prevê uma ação judicial que, apesar de simples, precisa de advogado e de justificativas, alegando alguns motivos para a alteração. “Muitas vezes, a mulher deseja ficar com o nome de solteira, mas acaba adotando o sobrenome do marido por uma questão cultural da sociedade brasileira”, conta Elza, que mantém o site casamentocivil.com.br há 16 anos, com dicas essenciais para noivos que irão realizar a união civil.

Apesar de ser um tema polêmico, a mudança de nome após o casamento é uma decisão muito pessoal, já que muitas noivas consideram que carregar o sobrenome do marido é uma prova de amor ou preferem manter as tradições de família. Não existe um prazo para a mudança de documentos, embora em alguns casos seja necessário apresentar a certidão de casamento para justificar a diferença dos nomes. Confira abaixo onde solicitar a alteração dos documentos:

RG: Orgão Expeditor de cada estado. Em SP, é o Poupatempo.

CPF: Agências do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou dos Correios.

CNH: DETRAN.

Título Eleitoral: Cartório Eleitoral da sua cidade.

Passaporte: Polícia Federal.

Divulgação

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