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Viagem de lua de mel: Roteiro para Kyoto, no Japão

Para os casais acostumados com destinos paradisíacos e tropicais para a viagem de lua de mel, a ideia de passar uns dias num país de cultura ocidental pode parecer estranho. Cruzar o oceano durante horas de vôos e escalas em aeroportos vale a pena em se tratando de Kyoto (ou Quioto), no Japão. É uma oportunidade única para vivenciar a essência da cultura japonesa e conhecer seus costumes e tradições. Dentre as inúmeras cidades turísticas no país, ela se destaca pela atmosfera única, por sua beleza e charme. Considerada por muitos a mais bela cidade japonesa, Kyoto reúne bairros tradicionais, hábitos milenares e monumentos impressionantes. Serão dias inesquecíveis e de profunda imersão para iniciar a vida a dois de uma maneira muito especial.

Conhecer a cidade de Kyoto é vivenciar muitas das tradições milenares do Japão (Veves World)
Conhecer a cidade de Kyoto é vivenciar muitas das tradições milenares do Japão (Veves World)
É uma oportunidade única para vivenciar a essência da cultura japonesa e conhecer seus costumes e tradições (Gets Ready)
É uma oportunidade única para vivenciar a essência da cultura japonesa e conhecer seus costumes e tradições (Gets Ready)
Kyoto é a sétima maior cidade japonesa, é um importante centro cultural e artístico e promete uma agenda cheia de atrações e passeios para os turistas (Gets Ready)
Kyoto é a sétima maior cidade japonesa, é um importante centro cultural e artístico e promete uma agenda cheia de atrações e passeios para os turistas (Gets Ready)

Conhecer a cidade de Kyoto é vivenciar muitas das tradições milenares do Japão, tais como: a prática da meditação zen, o hábito da cerimônia do chá, ruas com arquitetura refinada e gueixas com quimonos de seda e tamancos caminhando pelas ruas. Por séculos, foi a capital do país e abriga um dos palácios imperiais, além de joias arquitetônicas como o castelo Nijo e a vila de Katsura Rikyu, além de outros passeios imperdíveis. Uma das experiências mais incríveis do local é hospedar-se nos tradicionais ryokans, que são a verdadeira essência da hotelaria nipônica. Os hóspedes dormem sobre futons em esteiras de tatames e são recebidos com um cardápio especial – o kaiseki, cuja elaborada sequência de pratos se distinguem por seu sabor, ingredientes, formas de preparo e apresentação.

Kyoto é a sétima maior cidade japonesa, é um importante centro cultural e artístico e promete uma agenda cheia de atrações e passeios para os turistas. São mais de 1.600 templos budistas e 270 santuários xintoístas, além de sediar três dos mais animados e coloridos festivais do país, conhecidos como matsuris – Aoi, em maio, Gion em julho e Jidai em outubro. Durante alguns dias, milhares de japoneses se vestem com roupas típicas e desfilam pelas ruas e templos da cidade. Para os casais que buscam um destino recheado de cultura, o Japão é definitivamente um país encantador. Apesar de pequeno e distante, reúne uma das melhores culinárias do mundo, além de costumes, hábitos e tradições únicos.

Os meses de março e abril são os mais indicados para uma visita à cidade de Kyoto, já que coincide com a época de floração das ameixeiras e das cerejeiras (Veves World)
Os meses de março e abril são os mais indicados para uma visita à cidade de Kyoto, já que coincide com a época de floração das ameixeiras e das cerejeiras (Veves World)
A cidade reúne mais de 15 patrimônios históricos e culturais da humanidade listados pela UNESCO (Gets Ready)
A cidade reúne mais de 15 patrimônios históricos e culturais da humanidade listados pela UNESCO (Gets Ready)

A cidade reúne mais de 15 patrimônios históricos e culturais da humanidade listados pela UNESCO. Muitas das construções resistiram às bombas atômicas da Segunda Guerra Mundial por um fator muito curioso – especialmente para os casais de noivos. Apesar de Kyoto ser uma das cidades alvo dos americanos, justamente pela sua importância na época, ela foi poupada dos ataques. O motivo? O Secretário de Guerra americano, que tinha passado a lua de mel e retornado à cidade diversas vezes, conseguiu convencer o presidente dos Estados Unidos a deixá-la fora dos alvos. Para nós, um grande privilégio poder visitar templos e prédios históricos que com mais de dez séculos de vida.

Os meses de março e abril são os mais indicados para uma visita à cidade de Kyoto, já que coincide com a época de floração das ameixeiras e das cerejeiras. Entre o mês de setembro e novembro, o outono também modifica bastante a paisagem da cidade. As passagens com destino ao Japão possuem escalas no Oriente Médio, Estados Unidos ou Europa. Em território japonês, qualquer que seja o aeroporto de chegada, é fácil pegar um trem-bala até Kyoto. O ideal é curtir a cidade por quatro ou cinco dias e aproveitar a viagem para conhecer outras cidades próximas, como Nara, Osaka e Hiroshima. Separamos especialmente para vocês os passeios imperdíveis na cidade.

São mais de 1.600 templos budistas e 270 santuários xintoístas, além de sediar três dos mais animados e coloridos festivais do país (Canuck Abroad )
São mais de 1.600 templos budistas e 270 santuários xintoístas, além de sediar três dos mais animados e coloridos festivais do país (Canuck Abroad)
Considerada por muitos a mais bela cidade japonesa, Kyoto reúne bairros tradicionais, hábitos milenares e monumentos impressionantes (Reddit)
Considerada por muitos a mais bela cidade japonesa, Kyoto reúne bairros tradicionais, hábitos milenares e monumentos impressionantes (Reddit)
Serão dias inesquecíveis e de profunda imersão para iniciar a vida a dois de uma maneira muito especial. Na foto, o Templo Daigoji (Zicasso)
Serão dias inesquecíveis e de profunda imersão para iniciar a vida a dois de uma maneira muito especial. Na foto, o Templo Daigoji (Zicasso)

Templo Pavilhão Dourado ou Pavilhão de Ouro (Templo Kinkakuji)

Construído em 1397 pelo poderoso xogum Yoshimitsu Ashikaga como uma vila de descanso, o prédio foi transformado em templo após a sua morte. Com estrutura de madeira folheada a ouro e reconstruída durante a década de 50, é uma das principais atrações da cidade. A destruição se deu após um incêndio, em que um aprendiz de monge obcecado pelas formas do templo, ateou fogo na construção. O edifício atual data de 1955 e fica localizado nos jardins do templo budista Rokuonji, na parte norte da cidade. Não existe a época ideal para visitar o Kinjkahuki: durante o outono, o reflexo dourado é acentuado, além das árvores avermelhadas; no inverno, a neve cria um belíssimo contraste com o ouro da construção.

Com estrutura de madeira folheada a ouro e reconstruída durante a década de 50, é uma das principais atrações da cidade (Earth and World)
Com estrutura de madeira folheada a ouro e reconstruída durante a década de 50, é uma das principais atrações da cidade (Earth and World)
O edifício atual data de 1955 e fica localizado nos jardins do templo budista Rokuonji, na parte norte da cidade (Thousand Wonders)
O edifício atual data de 1955 e fica localizado nos jardins do templo budista Rokuonji, na parte norte da cidade (Thousand Wonders)
Não existe a época ideal para visitar o Kinjkahuki: durante o inverno, a neve cria um belíssimo contraste com o ouro da construção (Akisuke Shibata)
Não existe a época ideal para visitar o Kinjkahuki: durante o inverno, a neve cria um belíssimo contraste com o ouro da construção (Akisuke Shibata)
Construído em 1397 pelo poderoso xogum Yoshimitsu Ashikaga como uma vila de descanso, o prédio foi transformado em templo após a sua morte (Canuck Abroad)
Construído em 1397 pelo poderoso xogum Yoshimitsu Ashikaga como uma vila de descanso, o prédio foi transformado em templo após a sua morte (Canuck Abroad)

Templo das Pedras (Templo Ryoanji)

Considerado o jardim de pedras mais famoso do mundo, é um espaço que esconde muitos mistérios indecifráveis. O templo Ryoanji foi construído em 1450 por Hosowaka Katsumoto e ninguém sabe exatamente o significado do jardim do templo. Aliás, a filosofia zen defende justamente a ideia de que não existe uma única resposta. São 15 rochas distribuídas num espaço de 250 metros quadrados de cascalho branco raspado, emoldurado por um muro baixo. A simplicidade e os espaços vazios são uma das características mais marcantes da arquitetura japonesa, presente em diversos outros monumentos históricos.

A simplicidade e os espaços vazios são uma das características mais marcantes da arquitetura japonesa (Wikiwand)
A simplicidade e os espaços vazios são uma das características mais marcantes da arquitetura japonesa (Wikiwand)

Santuário Xintoísta Fushimi Inari Taisha

Fundado no século 8, em 711, é considerado a sede de todos os 40 mil santuários dedicados a Inari, deus do arroz, da fertilidade, da agricultura, das raposas e do sucesso e da prosperidade nos negócios. Uma característica marcante do local é exatamente o pórtico de entrada que leva ao topo da montanha. São 10 mil toriis – como são chamados os portais no estilo japonês – pintados em vermelho, que formam um túnel de aproximadamente quatro quilômetros. Todos eles foram doados por fieis em agradecimento ao sucesso e a prosperidade, cujos nomes e data da oferenda estão inscritas atrás de cada portal. Segundo a tradição xintoísta, os toriis representam a proximidade de um santuário e marcam a transição entre o sagrado – no caso, o interior do templo – e profano, que seria o mundo exterior.

É considerado a sede de todos os 40 mil santuários dedicados a Inari, deus do arroz, da fertilidade, da agricultura, das raposas e do sucesso e da prosperidade nos negócios (Luke Robinson)
É considerado a sede de todos os 40 mil santuários dedicados a Inari, deus do arroz, da fertilidade, da agricultura, das raposas e do sucesso e da prosperidade nos negócios (Luke Robinson)
São 10 mil toriis – como são chamados os portais no estilo japonês – pintados em vermelho, que formam um túnel de aproximadamente quatro quilômetros (Divulgação)
São 10 mil toriis – como são chamados os portais no estilo japonês – pintados em vermelho, que formam um túnel de aproximadamente quatro quilômetros (Divulgação)
Segundo a tradição xintoísta, os toriis representam a proximidade de um santuário e marcam a transição entre o sagrado e o profano (Luke Zeme Photography)
Segundo a tradição xintoísta, os toriis representam a proximidade de um santuário e marcam a transição entre o sagrado e o profano (Luke Zeme Photography)

Castelo de Nijo-Jo

É uma das construções mais importantes da época imperial do Japão. Durante esse período, a cidade de Kyoto foi a capital do país por mais de mil anos e o Castelo Nijo-jo é uma dos períodos remanescentes desse tempo. Diferentes da maioria dos monumentos, está localizado numa planície – e não em morros ou colinas. São mais de 275 mil metros quadrados no complexo que tem como principais atrações o portão ricamente ornamentado Karamon e o palácio Ninomaru. Cercado por um fosso e paredes de pedra, o castelo possui 33 aposentos e foi construído no século 17 pelo shogun Tokugawa, um dos mais importantes da história do Japão pela unificação do país. É considerado um dos patrimônios da humanidade pela UNESCO e reúne belíssimos jardins, além de pinturas e obras de arte dos mais importantes artistas da época.

São mais de 275 mil metros quadrados no complexo que tem como principais atrações o portão ricamente ornamentado Karamon e o palácio Ninomaru (City Discovery)
São mais de 275 mil metros quadrados no complexo que tem como principais atrações o portão ricamente ornamentado Karamon e o palácio Ninomaru (City Discovery)
Cercado por um fosso e paredes de pedra, o castelo possui 33 aposentos e foi construído no século 17 pelo shogun Tokugawa (You in Japan)
Cercado por um fosso e paredes de pedra, o castelo possui 33 aposentos e foi construído no século 17 pelo shogun Tokugawa (You in Japan)

Templo Kiyomizu Dera

Localizado no leste de Kyoto, o templo possui uma das vistas panorâmicas mais bonitas da cidade. Também fundado no século 8, no ano de 798, suas construções atuais foram construídas em 1633. O salão principal possui uma ampla varanda, apoiada por pilares e que se projeta sobre a encosta. Uma curiosidade interessante e que não foi utilizado um único prego em toda a estrutura, apenas encaixes. O nome Kiyomizu Dera significa “templo de água pura”, justamente devido à presença de uma fonte venerada por locais e turistas.

Localizado no leste de Kyoto, o templo possui uma das vistas panorâmicas mais bonitas da cidade (Gets Ready)
Localizado no leste de Kyoto, o templo possui uma das vistas panorâmicas mais bonitas da cidade (Gets Ready)
Também fundado no século 8, no ano de 798, suas construções atuais foram construídas em 1633 (Gets Ready)
Também fundado no século 8, no ano de 798, suas construções atuais foram construídas em 1633 (Gets Ready)
Uma curiosidade interessante e que não foi utilizado um único prego em toda a estrutura, apenas encaixes (Japan Travel)
Uma curiosidade interessante e que não foi utilizado um único prego em toda a estrutura, apenas encaixes (Japan Travel)
O nome Kiyomizu Dera significa “templo de água pura”, justamente devido à presença de uma fonte venerada por locais e turistas (Wikimedia)
O nome Kiyomizu Dera significa “templo de água pura”, justamente devido à presença de uma fonte venerada por locais e turistas (Wikimedia)
O salão principal possui uma ampla varanda, apoiada por pilares e que se projeta sobre a encosta (John Lander - Asia Images)
O salão principal possui uma ampla varanda, apoiada por pilares e que se projeta sobre a encosta (John Lander – Asia Images)

Bairro de Gion 

Cheio de turistas e considerado o bairro das gueixas, é um dos bairros mais antigos da cidade de Kyoto. É um dos poucos lugares no Japão que ainda preservam a arquitetura original, com casinhas de madeira escura, ruas estreitas e antigos cafés e teatros. Diferente do imaginário ocidental, as gueixas são mulheres contratadas para entreter e divertir, mas isso nada tem a ver com sexo. Elas são especializadas em artes clássicas, servem as refeições, cantam, dançam e conversam. Para ver suas apresentações, que acontecem em lugares muito exclusivos, só pagando caro. Cerca de 500 dólares por um jantar, no mínimo.

Diferente do imaginário ocidental, as gueixas são mulheres contratadas para entreter e divertir, mas isso nada tem a ver com sexo (Ninety East)
Diferente do imaginário ocidental, as gueixas são mulheres contratadas para entreter e divertir, mas isso nada tem a ver com sexo (Ninety East)

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